23 de jun. de 2011
MAS DEU NOTA ZERO
Juro que li a essência
mais cálida
Nela, a química voraz
pra fazer perder o sono
e o eixo
Impor na escolha de quem fala
em sândalo li a primeira vez
Bem presente em zonzo modo
Pra admirar um toque e perfeitamente
o rumo
Fazer perpetuar de alguma maneira
a melhor expressão pra não chocar jamais
Expurgar do riso marcante a feliz mordida
entre dois ditos corpos
Gritar no mais profundo a fonte de vida
Nela, pro amanhã continuar
sem qualquer nada jogar fora
esperando calor e carinho
22 de jun. de 2011
21 de jun. de 2011
19 de jun. de 2011
15 horas
QUE DIA É HOJE?
18 de jun. de 2011
E os tambores não param
Para começar
Só o pensamento diz
E não para
Vira uma válvula de rosto retilíneo
à minha frente
Na frente de todos
de cara na cara
A concentração vai pro saco
O desejo de ouvir vira recado
E de ver não vira
A questão do jogo impõe
a briga
Pra achar um jeito
Os olhos não dormem
É guerra
Bombardeando tambores ainda vivo
E o tempo esvai
Vai diminuindo no tempo
Talvez medida exata pra dar o gole certo
Na repulsa da vida
Agora ingrata
Ando pra não parar
Enquanto pensamento
E isso jorra na paixão o estímulo
Pra outro dia, tomara que pare
Tomara que não
sem brincadeira
15 de jun. de 2011
12 de jun. de 2011
desconexa
palavras
esquecer
fazer
todo instante