tão do tal do tudo
pra misturar
a essência
que a cada dia brota
os novatos urros da civilização
são sempre o começo
mera estética que queremos andar
um gole da fonte boa
pra que o resto do passado
um a menos que as outras datas
e quando o todo que não frago passar
um pouco de luz
pra iluminar
dar gozo e outras
sensações
emanar o cheiro do tempo
que ele melhora
assim vai
e assim o velho também
volta
pra dar norte
no ego
no pelo
coisa tal e tão brutal
pro beijo ser tudo
17 de jan. de 2014
cores
preguiça e malícia de um mesmo tom
que o velho dom tem pra expressar
impor o resto como fim das coisas
e depor pra se justificar
não é assim que o pulo estremece,
é preciso haver sintonia no dia a dia
esperando a sinfonia do sacrilégio
sem confusão, padrão e mesquinhice
onde os iguais disfarçados tenham
cabeças diferentes
para daí, em qualquer lugar conseguir
as cores existentes
de trabalhos referentes aos obstáculos
pintando cada um com a cor do significado
que ainda hão de ter, porque isso
cada um vai mesmo contar um outro dia
preguiça e malícia de um mesmo tom
que o velho dom tem pra expressar
impor o resto como fim das coisas
e depor pra se justificar
não é assim que o pulo estremece,
é preciso haver sintonia no dia a dia
esperando a sinfonia do sacrilégio
sem confusão, padrão e mesquinhice
onde os iguais disfarçados tenham
cabeças diferentes
para daí, em qualquer lugar conseguir
as cores existentes
de trabalhos referentes aos obstáculos
pintando cada um com a cor do significado
que ainda hão de ter, porque isso
cada um vai mesmo contar um outro dia
16 de jan. de 2014
15 de jan. de 2014
14 de jan. de 2014
olhar de algum lugar
e como a solidão corrói
põe em célebres palavras
o cotidiano da palavra
da fala alguma coisa
a gente cresce
põe prece
voz do além
além da conta
e se a gente prosseguiu
tudo basta da mais casta pessoa
um tom fala
agora ou outra hora
mais toca o coração
o sermão do lugar
se não nos encontrarmos
um trago
que o mundo é mais
vermute
quitutes da feira
e do olhar
e como a solidão corrói
põe em célebres palavras
o cotidiano da palavra
da fala alguma coisa
a gente cresce
põe prece
voz do além
além da conta
e se a gente prosseguiu
tudo basta da mais casta pessoa
um tom fala
agora ou outra hora
mais toca o coração
o sermão do lugar
se não nos encontrarmos
um trago
que o mundo é mais
vermute
quitutes da feira
e do olhar
13 de jan. de 2014
Expurgo do coração brigado
trago a vontade de saber quem eu quero
querendo cada olhar mulher descompromissado
comprometido no meu desejo
e se isso é nada, quero mais olhar
porque o resto também é reflexo
do que é pra dizer
e qual é o mergulho
do orgulho bom pra se comer
por em riscos coisas e nossas mentes
outras pra funcionar
eu quero um melhor momento
lento, talvez
de vez em quando certo
e o mundo anda na frente
e pra se ouvir muitas falas, grandes músicas e grandes apitos
o que realmente importa é ter um péssimo ouvido, não ser vinagre
mas embriagado na alma
adorar os hinos e as líricas sinfonias, jorrar da boca o som com baba
ser alto e baixo ao mesmo tempo e no mais um cético vislumbrado
pelo canto, seja ele de pássaro, do prato e da fome
estar vivo, porém dopado ou aporrinhado numa gaiola de tons,
bombons e terra
esquecer das guerras, dos leões, das cozinhas, das viuvinhas e dos baratos
falar de mulheres, esquecer da mundanas e parar de escorregar em sarjetas
de vez em quando por filipetas
e não deixar cair mais um por do sol
e pra se ouvir muitas falas, grandes músicas e grandes apitos
o que realmente importa é ter um péssimo ouvido, não ser vinagre
mas embriagado na alma
adorar os hinos e as líricas sinfonias, jorrar da boca o som com baba
ser alto e baixo ao mesmo tempo e no mais um cético vislumbrado
pelo canto, seja ele de pássaro, do prato e da fome
estar vivo, porém dopado ou aporrinhado numa gaiola de tons,
bombons e terra
esquecer das guerras, dos leões, das cozinhas, das viuvinhas e dos baratos
falar de mulheres, esquecer da mundanas e parar de escorregar em sarjetas
de vez em quando por filipetas
e não deixar cair mais um por do sol
esquecer pra ponto final
a questão do acaso
sempre depois de consumado
bem delito escrito pra contar
que não deu certo
de verdade verde da não interpretação
exata em movimentos
de ponto final
ousando em olhar pra dizer não
foi o que marcou de agora
sem nova definição
do querer
e buscar rumos e esquecer
pra melhores pedaços
a questão do acaso
sempre depois de consumado
bem delito escrito pra contar
que não deu certo
de verdade verde da não interpretação
exata em movimentos
de ponto final
ousando em olhar pra dizer não
foi o que marcou de agora
sem nova definição
do querer
e buscar rumos e esquecer
pra melhores pedaços
12 de jan. de 2014
9 de jan. de 2014
pedaço da despedida
agora farei poemas belos
sofrerei do amor
e não terei onde apoiar
agora minhas palavras não valem nada
mesmo sendo muito
os gritos de fúria pra continuar
a alegria de estar
foram embora e deixaram
das marcas
e um maior amor
dos chorares pra tentar
continuar e não dar fim
essa lógica com todo nexo e carinho
que eu me perdi em não querer acreditar
do ditado das coisas, do beijo
e felizes
a sangria do corpo fazendo pulsar
uma gota de vermelho lindo
com toda energia exótica
caótica e minha
vai doer e não sei
deste quando um fim
agora farei poemas belos
sofrerei do amor
e não terei onde apoiar
agora minhas palavras não valem nada
mesmo sendo muito
os gritos de fúria pra continuar
a alegria de estar
foram embora e deixaram
das marcas
e um maior amor
dos chorares pra tentar
continuar e não dar fim
essa lógica com todo nexo e carinho
que eu me perdi em não querer acreditar
do ditado das coisas, do beijo
e felizes
a sangria do corpo fazendo pulsar
uma gota de vermelho lindo
com toda energia exótica
caótica e minha
vai doer e não sei
deste quando um fim
31 de dez. de 2013
30 de nov. de 2013
27 de nov. de 2013
Estrago do anonimato
Bólidos da face da terra
uma corrida
sem fim
Pra achar o necessário e
um pouco mais
Porém sendo simplória a vida
repercutimos
De uma certa maneira até para
o anonimato
Ou o verdadeiro toque d’alma
Pra poder enxergar
um
ponto final de quem
neurótico fica
E assim assiste a tudo até a um pedaço de vários
um líquido
pra noite completar
Olhando o que pode e o final pra começar da palavra
um estilo de poucas
sílabas
e a conversa foi
26 de nov. de 2013
25 de nov. de 2013
GOLE DO BERRO
TOMEMOS O GOLE DOS ESPERTOS
MODELOS SEM CAUSA
QUE PENSAM E SÃO DE VEZ EM QUANDO ALMA
E LAMA DE IGNORAR
O RADAR DE OLHOS FIXOS
EM VER LIXOS E NOVAS FOLHAS
PRA CADA SEMENTE QUE SE ACHA
UM BERRO QUER PRA EXPOR
E NÃO É ASSIM QUE SE MALTRATA
NEM TRATADOS TEMOS PRA BEBER
MAIS UM GOLE DOS ESPERTOS
PERTO, PRETO
E ASSIM POR MAIS UM DIA
ATÉ QUE O DIA CAIA
29 de set. de 2013
23 de set. de 2013
20 de set. de 2013
19 de set. de 2013
7 de set. de 2013
2 de set. de 2013
2 de ago. de 2013
12 de jun. de 2013
7 de jun. de 2013
4 de jun. de 2013
31 de mai. de 2013
20 de mai. de 2013
e não tem volta
porque assim um pequena
mudança pro comportamento
andar
drogar a cabeça que à beça bebe
borda a horda torta
de uma atriz
que me faz feliz e nada tristonha
eu quero que ela seja
ah! o relógio andou
e não tem volta
e nem pilha
se somos farra
a forra nos pede
nos clama e não sabemos mas estamos
durando
eta pé na bunda qualquer dia
quem vai dar o primeiro
passo
se um pouco de posso,
e você também
endoidar faz parte
e quando partir,
me ligue primeiro
18 de mai. de 2013
13 de mai. de 2013
4 de mai. de 2013
15 de abr. de 2013
fim da minha alma
à conta-gotas
desmoronamos
os ramos fincados,
derrubaram-se todos
e teve a choradeira
da alma
dói de tudo que
fiz na vida... lá
fui ao último estágio
do inferno
coisa pra não prestar
desarmei o amor
pra ficar mais feio
nisso tudo
e eu não sei o resto
do prestar
foi ferida
da mácula maior
sem defesa da indefesa
pro carinho melhor,
e o olhar
chora
e não acredita...
todo arrebentado
perdido
ardido e morto
à conta-gotas
desmoronamos
os ramos fincados,
derrubaram-se todos
e teve a choradeira
da alma
dói de tudo que
fiz na vida... lá
fui ao último estágio
do inferno
coisa pra não prestar
desarmei o amor
pra ficar mais feio
nisso tudo
e eu não sei o resto
do prestar
foi ferida
da mácula maior
sem defesa da indefesa
pro carinho melhor,
e o olhar
chora
e não acredita...
todo arrebentado
perdido
ardido e morto
14 de abr. de 2013
pra que sorrir depois eu conto
quero merecer assim
tua carne
selvagem
teu grito extravagante
temer tua fúria
e andar com ela
pra poder ligar
nos azuis nos vermelhos
algum elo
arrancar da boca
um sorriso maroto
fazer um maremoto
que a gente não sabe
pra aonde ir
mas quer ficar nele
como o veneno da vida
da história
deixar a escória
de palavras escritas
e ir por tato
todo delicado
cálido como uma taça de vinho firme
e roubar teu sorriso
13 de abr. de 2013
5 de abr. de 2013
pra se saber do ontem da segunda
foi feito poesia...
hoje me despeço
despido
e o cupido tudo... cuspido
foi palavra foi porrada
a cara louca do olhar
teve um amor pra sempre terá... um respeito
pra ter peitos pra isso tudo... foi o mundo
do moribundo mundo bundo
e quando morre... só por hoje.
toda essência a clemência do fim
que enfim
um jardim pra cultivar...
ver sempre e sentir.
tão simples...
pra de lá... era amarela a rosa, daí um me perdi.
foi roubada... de mel e tal. ninguém viu. não deixou.
4 de abr. de 2013
31 de mar. de 2013
21 de mar. de 2013
oo:oo, foi quando eu vi no relógio
poesia que sai agora da boca zero zero.
tudo pra começar.... há o indagar das coisas.
os amores nem sabem... e nem são.
somente um pedaço. ele, todo despedaçado
e a vida não presta quando sabemos.
eu vi e ouvi falando também. do calar...
eu já não sei. se houve festa ou vai haver... tudo isso.
uns goles pros deuses... dos raios, mas eu consigo ver.
tenho ainda a sensação que não existe um cego, ele ainda vive.
poesia que sai agora da boca zero zero.
tudo pra começar.... há o indagar das coisas.
os amores nem sabem... e nem são.
somente um pedaço. ele, todo despedaçado
e a vida não presta quando sabemos.
eu vi e ouvi falando também. do calar...
eu já não sei. se houve festa ou vai haver... tudo isso.
uns goles pros deuses... dos raios, mas eu consigo ver.
tenho ainda a sensação que não existe um cego, ele ainda vive.
19 de mar. de 2013
Olhos
de mel
E foi assim...
eu tive
o desejo de amor
O olhar forte e doce dizia
do encanto
Alguns prantos pra gente
se encontrar
Teve o coração pulsando
coisa
de doido
Um carinho e de tocar
o
rosto
havia perfume
e eu não
parava mais de pensar
Que era o arranhar
no
coração querendo mais
Então eu resolvi
parar
o planeta
Escolher esta ternura
de
mulher só minha
Pra caminhar dos passos
o sopro da vida
Da escultura, moldar
o
tempo o corpo
que
ela tem cor
pra
eu jamais esquecer
E deixar do errar
porque
felizes são os olhos de mel
do
meu lado
Pra estar perto
sem
perder a chama
Do brilho do encanto, eu canto pra você
17 de mar. de 2013
16 de mar. de 2013
15 de mar. de 2013
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